
Com efeito, o grupo da Frelimo na Assembleia da República defende a aprovação dos dois instrumentos alegando a sua pertinência e oportunidade, para além de irem de encontro ao previsto no Programa Quinquenal do Governo.
Por sua vez, a Renamo e o Movimento Democrático de Moçambique (MDM) referem que os dois documentos do Conselho de Ministros não acolhem a totalidade das sensibilidades dos moçambicanos na medida em que não espelham as aspirações pertinentes do povo no verdadeiro combate à pobreza.
Para a oposição, o PES não contempla políticas e estratégias de um combate cerrado e consequente contra a pobreza e o Orçamento do Estado é de cariz despesista, pois contempla e favorece grandes volumes do orçamento a sectores como o SISE, Presidência da República, Casa Militar, Ministério do Interior e Gabinete do ex-Presidente da República, que nada têm a ver com investimentos que conduzam ao combate e redução da pobreza no país.
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